Corepunk: saiba tudo sobre o promissor jogo que mistura MOBA com MMO

O MMO inspirado visualmente em League of Legends e mecanicamente em World of Warcraft tem lançamento previsto para o final deste ano

Tela de carregamento inicial de Corepunk – Imagem: Divulgação/Site oficial

De acordo com o site oficial do jogo, Corepunk é um MMORPG isométrico de mundo aberto que combina perfeitamente elementos de MMORPGs, MOBAs e ARPGs. Situado em um mundo rico e atmosférico envolto em névoa de guerra, oferece uma experiência de jogo única com mecânica de combate no estilo MOBA. O jogo é construído em torno de um mundo aberto e contínuo, desenvolvimento de personagem e progressão através de tabelas de classificação nos modos de jogo baseados em sessão PvE e PvP, como instância de extração PvE/PvP, grupo PvE e instâncias solo, campos de batalha.

A equipe especializada em games do Universo do Rock ganhou acesso ao jogo através da empresa responsável e testou o Corepunk diversas vezes desde 2024. Aqui você vai finalmente poder conferir a nossa opinião sobre o estado atual do jogo, todo o potencial de sucesso e planos para o futuro!

Embora a jogabilidade pareça familiar, ela traz algo totalmente novo para a mesa, sem análogos diretos no cenário atual dos jogos. Essa mistura do conhecido e do novo serve como uma forte vantagem de marketing, proporcionando aos jogadores uma lufada de ar fresco no mundo dos MMORPGs – do conceito ao estilo e sensação. É um novo produto e uma nova experiência que se diferencia de maneiras significativas. Um mundo onde os jogadores simplesmente quisessem estar. A atmosfera e os visuais são alguns dos aspectos mais fortes do jogo, pensados ​​para cativar os jogadores desde o momento em que entram no jogo. O mundo é perigoso, misterioso e belo – um lugar onde o perigo espreita em cada esquina, incentivando uma exploração cuidadosa e cuidadosa. Biomas como florestas, pântanos e estepes fazem parte da memória afetiva do jogador e no Corepunk isso é explorado desde o começo da aventura.

Combate na floresta (Versão Acesso Antecipado) – Imagem: Divulgação/Site oficial

Características gerais

Estilo visual único: Um estilo visual eclético e envolvente que combina steampunk, dieselpunk, manapunk, cyberpunk, fantasia e muito mais. O mundo é feito à mão com atenção meticulosa aos detalhes, criando uma atmosfera na qual os jogadores vão querer se perder.

Névoa da Guerra: Uma mecânica dinâmica de névoa de guerra adiciona uma camada de mistério e estratégia à exploração e ao combate, uma reminiscência dos jogos RTS clássicos e MOBA.

Combate estilo MOBA: Combate rápido e baseado em habilidades que parece responsivo e satisfatório. Revisamos nosso sistema de combate para garantir que ele atenda aos mais altos padrões da indústria em termos de sensação tátil e capacidade de resposta.

Exploração de mundo aberto: Um mundo vasto e contínuo repleto de centenas de pontos de interesse, locais secretos, NPCs com histórias ricas e uma variedade de inimigos únicos.

Progressão profunda do personagem: Um extenso sistema de progressão com oito ramos de talentos passivos e talentos de especialização em armas, permitindo um alto grau de personalização e diversidade de construção.

Sistema de elaboração profunda: Um sistema de criação robusto onde os jogadores podem criar e modificar itens para se adequarem a qualquer estilo de jogo ou necessidade. O artesanato mantém seu valor durante todo o jogo, com os materiais do estágio inicial permanecendo relevantes no final do jogo.

Temporadas e episódios narrativos: o conteúdo da história é entregue em temporadas, como uma série de TV, com cada episódio apresentando seu próprio enredo independente. Totalmente dubladas por atores profissionais, as narrativas abordam temas sociais com humor negro satírico.

Jogo em grupo e solo: Embora o jogo incentive o jogo em grupo para uma experiência equilibrada, ele também oferece ferramentas e sistemas abrangentes para jogadores solo, incluindo ramos de talentos específicos e caminhos de construção projetados para aventuras solo.

Claro que esse é apenas o resumo do que se trata o jogo, que é mais profundo do que aparenta e possui detalhes muito interessantes. Para saber mais, visite o site oficial do Corepunk e tire todas as suas dúvidas.

Sobre a Artificial Core

Artificial Core é um estúdio independente, de médio porte e autofinanciado, fundado há 10 anos por um grupo de indivíduos apaixonados, com experiência mínima em desenvolvimento de jogos, mas com imenso entusiasmo e ideias originais. Durante a última década, nos dedicamos a aprender a arte da criação de jogos, aprimorando nossa arte e desenvolvendo nosso estilo visual e abordagem de produção únicos. Nossa missão sempre foi criar algo inteiramente novo tanto em estilo quanto em jogabilidade — algo que nunca foi feito antes — e fazê-lo nós mesmos do zero com os mais altos padrões de qualidade.

Somos uma equipe de profissionais altamente motivados que estão totalmente confiantes de que estamos criando um jogo incrível e cheio de diversão. Fazer jogos é a nossa vocação e queremos mostrar à comunidade, ao mundo e a nós mesmos que somos profissionais determinados e capazes de cumprir o que prometemos. Cada membro da nossa equipe dedicou um pouco de si ao nosso projeto, infundindo-o com paixão e alma.

A cidade central de Corepunk (Versão Alfa) – Imagem: Divulgação/Site oficial


Resenha do acesso antecipado e patches de atualização ao longo de dois anos

À primeira vista, algo que é inegável como influência direta do jogo é o famoso MMO da Blizzard, World of Warcraft, que está no mercado desde 2004. Não só na concepção de algumas classes jogáveis, mas também em referências no mundo e especialmente em mecânicas dentro do sistema do Corepunk como um todo. Um exemplo está no fato de que o jogador ao morrer em combate precisa correr até o seu corpo como um fantasma ou ressuscitar em um guardião (sofrendo penalidade). Outro detalhe é a fogueira recuperar vida, dar buffs etc, ou seja, realmente os desenvolvedores são fãs de WoW. E isso é um ponto positivo, pois mantém o que é bom de jogos já consagrados, enquanto cria uma identidade própria em outros aspectos.

Conceito (10/10)

A ideia de ser uma mistura saudável de MOBA e MMO funciona, trazendo aquela visão isométrica top-down conhecida pelos veteranos do gênero, cores fortes, objetos detalhados e um quê de steampunk (com toda a tecnologia futurista presente em um cenário medieval). Diferente de MMOs, o Corepunk entrega as 4-5 habilidades ativas e passivas de MOBAs como League of Legends e Dota 2, podendo criar diferentes builds e especializar em estilos de jogo bem distintos, possibilitando uma gameplay mais aprofundada, tendo árvores de talentos e maestrias que de fato impactam na gameplay. O combate tanto PVP quanto PVE, diferente do WoW, exige que o jogador desvie de habilidades inimigas (não só de bosses), escolha novos alvos e direcione o ataque para atingir com precisão, não bastando apenas marcar o inimigo e deixar no automático. Isso traz um sentimento de soulslike que é bem legal e um dos pontos fortes do jogo.

O lado de exploração é bem nítido também, utilizando montarias em vastos espaços que recompensam o jogador por checar cada cesta, barril, baú, inclusive permitindo coleta de recursos em árvores e minas para inúmeros propósitos, como ingredientes para receitas de armas, armaduras e itens, além de poções no sistema de alquimia do jogo. Através da experiência (XP) de missões, monstros e liberação de achievements, o personagem evolui até o level 20 em status e habilidades, mas podendo ter no end game um conteúdo similar ao que vemos no WoW, que é basicamente quando o jogo começa.

Estética visual, sonora e interface (9/10)

A arte do jogo conquista logo de cara. Corepunk é um deleite para os olhos, se destacando pela rica imersão em personagens com visuais fantásticos, efeitos sonoros que acompanham os elementos do jogo e uma trilha sonora de altíssimo nível, seja em arranjos, seja na criatividade. Aliás, mesmo nas missões mais simples, todos os diálogos do jogo tem voice acting, e bem profissional, humorística, cada personagem com seu respectivo timbre e jeito de falar, um dos pontos fortíssimos do Corepunk. Animações sensacionais! Efeitos que são ouro. Já a UI/UX do jogo pode ser um pouco confusa nos primeiros minutos, mesmo com o tutorial explicando os principais pontos, mas ao longo da gameplay o jogador vai entendendo melhor cada aspecto presente ali, apesar de que algumas representações são além da necessária (ainda que dê pra ajustar a organização na tela através das configurações). Os gráficos apesar de serem relativamente simples, tendo como base desenhos à mão (cartoon), se mostram de muito bom gosto e que inclusive permitem que PCs menos poderosos possam rodar o jogo sem problemas, ainda se considerar a vasta opção de personalização nas configurações do menu principal.

Economia e Comunidade (5/10)

Uma questão constantemente levantada em fóruns do jogo é a impossibilidade de um jogador poder comprar item de outro jogador, ou seja, ter um trade direto e mercado real assim como se vê em MMOs de modo geral. Claro que ao se tratar de um acesso antecipado, nem tudo está inserido no jogo ainda, mas realmente é algo importantíssimo de se testar, pois a economia é o que gira qualquer jogo do gênero. Poder pegar um loot e vender em leilão é talvez uma das atividades mais divertidas para a maioria dos jogadores. Além disso, abre portas para que os jogadores testem várias builds se tiverem recursos suficientes para comprar (ou trocar), gerando um senso de comunidade com mais interações e possivelmente guildas que se especializam nisso.

Por falar em comunidade e guildas, o jogo oferece uma aba básica na qual jogadores podem se reunir para realizar missões, dungeons e futuramente raids, ainda que seja tudo muito limitado ainda. Na nossa opinião, é necessário valorizar e aprofundar bastante esses dois aspectos no jogo, pois é o que fazem MMOs serem o que são (e não apenas farmar itens e matar monstros, por exemplo). O loot precisa ser o ponto central para que assim exista motivação e senso de recompensa real para os jogadores.

Sistema complexo de Crafting (Versão Acesso Antecipado) – Imagem: Divulgação/Site oficial

Jogabilidade (5/10)

Talvez o ponto que mais necessite atenção e que esperamos que a empresa conserte antes do lançamento. Ainda que a movimentação do personagem seja ok, em alguns momentos não é fluída e dinâmica como deveria, dando umas “travadas” em algumas direções. O pulo em si é muito esquisito, parecendo que o personagem levita um pouco no ar, não sendo algo satisfatório ao apertar a tecla, o que é um detalhe essencial para suavizar a responsividade dos controles. Durante o combate, algumas habilidades tem um certo delay para serem utilizadas, como por exemplo no Shaman que, na intenção de usar os totens, o jogador pode desanimar pela dificuldade em fazer a rotação básica da classe, que não parece ter sido bem construída até então.

Ritmo de jogo e bugs (5/10)

A maneira como as quests são apresentadas e o tutorial é trabalhado faz com que o jogador dependa muito de ter que pesquisar na internet a respeito de coisas básicas que aparecem logo nos primeiros níveis (alô crafting), ou seja, o ritmo de jogo não é gradual como deveria e pode assustar jogadores novatos, em especial os que não tem experiência com o gênero. Veteranos em jogos de MMO com aspectos de farming, RPG e estratégia ainda assim tiveram dificuldades para compreender o jogo no início, demandando um bom tempo gasto para aprofundar no sistema em si e nas mecânicas oferecidas, pois é tudo um pouco confuso. Isso é um ponto negativo pois muitas pessoas podem se frustrar e desanimar de continuar jogando. Acredito que com a nova atualização isso será corrigido.

Vale ressaltar que no quesito técnico há longas terras de carregamento, lag, queda de FPS, afetando bastante a performance, que claramente não está otimizada o suficiente. Diversos bugs foram encontrados em nossa gameplay; chegamos a fazer uma lista extensa com mais de 120 problemas. Felizmente, ao longo dos patches, muita coisa foi corrigida e é normal que nesta versão do jogo ainda há problemas há serem sanados até o lançamento.

Conclusão (Nota final: 7/10)

Corepunk é um jogo divertido, bonito, feito com amor por uma empresa que busca entregar aos jogadores o melhor do gênero MMO e MOBA em um só produto, mas que precisa se atentar para que tenha ótima qualidade de vida, fluidez/dinâmica em uma gameplay que seja de fato coerente, moderna e que se destaque no mercado atual. Bastante potencial!

Primeiro trailer de Corepunk em 2020 – Imagem: Divulgação/Canal oficial do YouTube


Novidade: Corepunk será reiniciado completamente no dia 25 de junho (quinta-feira)

Segundo notícia do site oficial do jogo, em 25 de junho de 2026, o mundo de Corepunk renascerá.

“Implementaremos uma reinicialização completa do progresso e, com ela, a grande atualização de conteúdo. Isso não é apenas um reset. É o momento em que encerramos tudo o que construímos juntos desde que as portas se abriram em novembro de 2024 e damos o passo final rumo ao lançamento da versão 1.0 ainda este ano. Uma nova economia, um mundo mais inteligente, um novo conteúdo pós-jogo: tudo entrando em vigor em um único dia.”

Dezoito meses após o início do Acesso Antecipado, o jogo está em um nível completamente diferente do que estava no lançamento. Lançaram atualizações constantemente: grandes atualizações de conteúdo, ajustes de balanceamento, milhares de bugs corrigidos e muitos hotfixes pelo meio. A estabilidade do servidor e o desempenho do cliente estão muito melhores: taxas de quadros mais fluidas, tempos de carregamento mais rápidos, menos desconexões e menos travamentos. Muitos dos bugs mais problemáticos foram corrigidos ao longo do caminho.

O balanceamento e a economia também receberam muita atenção. Revisaram o poder das classes, as fórmulas de dano, as taxas de drop, os preços dos vendedores, os rendimentos de criação e o escalonamento das profissões mais de uma vez, e muito desse trabalho veio diretamente do feedback dos jogadores. O combate está mais responsivo. O mercado se comporta de forma mais previsível. A progressão flui melhor do nível 1 ao endgame. Além disso, adicionaram um fluxo constante de conteúdo novo: novas zonas, novos chefes, novos modos, novos itens, novas mecânicas e novas missões. Junto com isso, lançaram uma longa lista de melhorias na qualidade de vida: interface de usuário mais clara, melhor gerenciamento de inventário, ferramentas de grupo mais úteis e informações de mapa e combate aprimoradas.

A versão de Corepunk que você jogará em 25 de junho é fundamentalmente diferente daquela que lançaram no Acesso Antecipado: mais refinada, mais equilibrada, mais densa. Começar do zero significa que todos, veteranos e novatos, se deparam com os novos sistemas em pé de igualdade. Sem estoques antigos, sem artefatos pré-nerf guardados em cofres, sem o meta antigo levando alguém adiante no novo conteúdo. O mercado começa do zero. As profissões de criação importam desde o primeiro minuto. A primeira guilda a concluir o Depósito o conquista sob as novas regras.

Todos os itens cosméticos permanecem seus para sempre: todas as skins do Passe de Batalha que você ganhou, todas as montarias, todos os mascotes, todas as aparências de personagem e todos os itens cosméticos dos episódios da História que você concluiu. O que será reiniciado: níveis, inventário, artefatos, ouro, receitas, o mercado e todo o progresso.

Versão atual do jogo (Em desenvolvimento) – Imagem: Divulgação/Site Oficial

Conteúdo novo no jogo

O Depósito: incursão para 12 jogadores

Um enorme complexo fabril dominado por máquinas hostis, construído em cinco subzonas com sete chefes distintos, cada um exigindo sua própria composição, tempo e conjunto de regras. Este é o conteúdo para grupos mais ambicioso que já lançamos. Projetado como um campo de testes para a coordenação de grupos completos de incursão, um cofre repleto de artefatos T3 de alto nível e materiais de forja, e o tipo de momento “conseguimos!” que define uma temporada. Se você estava esperando por um conteúdo PvE de fim de jogo que valesse a pena organizar uma noite de incursão, o Depósito é a resposta.

O Mestre do Jogo: a guerra que nunca dorme

Corepunk agora tem um antagonista de IA persistente que trata todo o continente de Kwalat como seu tabuleiro. Ele comanda um exército de monstros, tenentes com nomes e biografias próprias, unidades de elite com funções específicas e máquinas de cerco. Ele captura pontos de interesse por todo o mundo, mata NPCs importantes, esgota os recursos das regiões e avança implacavelmente em direção a Riverrise para eliminar completamente sua presença no mapa.

Ele não apenas cria ondas de inimigos. Ele elabora estratégias. O Mestre do Jogo observa todo o mapa em tempo real, identifica onde os jogadores estão concentrados e onde não estão, e decide onde atacar em seguida, qual evento ativar e qual região pressionar quando ninguém estiver olhando. O Mestre do Jogo é um autor, não um otimizador. Cada movimento é construído para criar uma narrativa, não para te desgastar. Quando ele está prestes a lançar algo importante, ele te avisa com antecedência. Você terá dias para explorar, sabotar, se preparar ou organizar uma defesa.

A guerra se desenrola em três camadas, cada uma com sua própria dinâmica significativa:

  • Jogadores solo e em pequenos grupos: conduzam comboios de recursos entre pontos de interesse da retaguarda e da linha de frente, interceptem linhas de suprimentos inimigas, observem os movimentos do Mestre do Jogo e embosquem seus mensageiros. Os comboios são vulneráveis ​​tanto a monstros quanto a outros jogadores, portanto, as rotas que você escolher e o momento certo para agir são cruciais.
  • Grupos: capturar e manter pontos de interesse de nível médio, lutar contra chefes mundiais que surgem em zonas contestadas, desencadear os principais eventos de captura que abrem caminho para o Mestre do Jogo.
  • Guildas e grupos de ataque: cerquem as grandes fortalezas, defendam as cidades e realizem o ataque em várias fases à base do Mestre do Jogo quando a pontuação da guerra permitir.

Cada ação que você realiza contribui para um Nível de Guerra pessoal que cresce junto com a guerra, uma progressão paralela que persiste ao longo das temporadas. Mesmo quando o mapa de guerra é reiniciado, seu nível permanece. O objetivo final: conquistar a base do Mestre do Jogo antes que ele conquiste a sua.

Assistente Pessoal (Beta): seu guia para tudo em Corepunk

Cada jogador terá acesso a um companheiro pessoal de IA que conhece o jogo como a palma da mão. Cada mecânica, cada receita, cada cadeia de criação, cada localização de nó, cada passiva de artefato, cada interação de talento. Pergunte a ele como o limite de penetração interage com a Perspicácia Arcana do Mago. Pergunte onde coletar materiais de Extração de Madeira T2. Pergunte qual campo de batalha é o melhor para aquecer antes do PvP ranqueado. Pergunte qual é o raio da zona segura da Fase 2 das Correntes da Fome. Ele responderá.

Para novos aventureiros, isso elimina a barreira de integração que tem sido o maior obstáculo desde o lançamento. Para os veteranos, é toda a base de conhecimento ao alcance dos dedos. Sem necessidade de segundo monitor, sem aba de wiki.

Novos Passes de Batalha: visuais renovados para você, sua montaria e seu mascote

Uma nova leva de conteúdo para o Passe de Batalha chega com a atualização, repleta de visuais premium e opções de personalização que abrem novas combinações de estilo para personagens, mascotes e montarias. Temas relacionados à nova guerra, novas estéticas para o Depósito e conjuntos sazonais inéditos. Como todos os Passes de Batalha anteriores, eles são gratuitos para todos durante o período da temporada. Suas tarefas diárias e semanais desbloqueiam toda a trilha sem custo adicional.

Se você está conosco desde o Alpha ou está ouvindo falar de Corepunk pela primeira vez, este é o momento de entrar de cabeça. A economia está renovada. O novo conteúdo será lançado no primeiro dia. O mundo está prestes a ganhar vida como nunca antes. Um continente com um inimigo de verdade que revida, uma incursão que exige o máximo de você e um assistente que realmente ajuda quando você está em apuros.

Se você se afastou do jogo durante um patch de balanceamento ou uma temporada fora do meta, esta também é a sua chance de recomeçar. Se você estava esperando “o momento certo para começar”: 25 de junho é esse momento.

Nada disso existiria sem o seu feedback, seus relatórios de erros, seu tempo e sua fé no que estamos construindo. Mal podemos esperar para ver o que você fará com um novo começo, um inimigo mais inteligente e um continente pronto para revidar.

Nos vemos dia 25 de junho. A guerra está prestes a começar. 🚀

— Núcleo Artificial

            Mais informações: site oficial do Corepunk

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